logo

O Diabo Existe

  • Home
  • /
  • Catálogo
  • /
  • O Diabo Existe
  • Autor
  • Coleção
  • ISBN 9789898873811
  • PVP 14.99 € (IVA incluído)
  • preço fixo até fim de
  • Edição atual 1
  • Páginas 192
  • Apresentação Capa mole
  • Dimensões 150x230x14 mm

O demónio existe também no século XXI. Devemos aprender com o Evangelho como lutar contra ele.

Este livro contém todos os textos em que o Papa Francisco se pronunciou sobre a figura do diabo e a sua influência no mundo, desde 1999 (quando ainda era bispo de Buenos Aires) até hoje. É, pois, uma poderosa antologia em que o atual Papa não só reflete sobre a existência dessa entidade, mas, principalmente, analisa a ação e consequências na vivência social, política e até pessoal. A perpetuação das dissimetrias económicas e o acentuar da conflituosidade social são alguns dos aspetos que levaram o Papa a afirmar sem qualquer dúvida: «O diabo existe!»

As consequências da ação satânica estão diante dos olhos de todos — basta observar a espiral de ódio e de violência que parece envolver cada vez mais o mundo contemporâneo.

Aqui se mostra como a questão da existência de Satanás no mundo é transversal à história da Igreja, ao pensamento de diferentes sacerdotes e a várias demonstrações conciliares. O resultado é um manual que oferece uma visão concreta do papel do diabo na vida terrena e do modo como o crente deve procurar a sua salvação, nas palavras sempre atentas do Papa Francisco.

«Todos somos tentados porque a lei da nossa vida espiritual, da nossa vida cristã, é uma luta.»

Jorge Bergoglio, o primeiro Papa de origem latino-americana nasceu em Buenos Aires, na Argentina, a 17 de dezembro de 1936. Filho de imigrantes italianos, que lhe deram o nome de Jorge Mario Bergoglio, ingressou no noviciado da Companhia de Jesus em 1958, tendo-se ordenado em 1969.

Tornou-se bispo auxiliar em 1992 e arcebispo em 1998, sempre na diocese da sua cidade natal. Proclamado cardeal pelo Papa João Paulo II no consistório de 2001, participou no conclave que elegeu Bento XVI como Sumo Pontífice. Após a renúncia deste, foi eleito seu sucessor a 13 de março de 2013.

O novo Papa tomou o nome de Francisco e assumiu desde logo um novo compromisso de fé e de renovação social, com uma Igreja mais humilde.